Saber conduzir implica saber estacionar.
Claro que há carros uns maiores que outros; lugares de estacionamento uns mais estreitos que os outros e pessoas mais desenrascadas, umas mais que as outras.
Dito isso…
Nice job lady!
um blog sobre as coisas que verdadeiramente interessam
Saber conduzir implica saber estacionar.
Claro que há carros uns maiores que outros; lugares de estacionamento uns mais estreitos que os outros e pessoas mais desenrascadas, umas mais que as outras.
Dito isso…
Nice job lady!
A grande notícia do dia e que veio sem surpresas é que o Paulo Bento já não é o treinador do Sporting Clube de Portugal.
O Paulo Bento, que comandava o Sporting desde Outubro de 2005, não resistiu ao estado actual do Sporting e apresentou a sua demissão.

A saída do Paulo Bento era, a meu ver, inevitável. O Sporting estava a léguas do que já foi em anos recentes sobre o comando do PB e a saída estava para mais cedo ou mais tarde.
Creio que o timing da decisão foi oportuna; se calhar pecou por tarde.
Se esta teimosia em manter o Paulo Bento se prolongasse mais algum tempo, sujeitava-se a receber o Benfica daqui a duas semanas e ser goleado (ou não).
Não creio que o estado actual do Sporting seja só da culpa do Paulo Bento. Claro que há dois factores, entre outros, que podem estar na base deste menor rendimento do Sporting: a ausência de Izmailov e a saída do Derlei. Mas mesmo assim, a diferença em relação a outras temporadas é abismal.
A demissão do técnico por parte do Presidente é que sempre pareceu um cenário pouco provável… o Sporting não iria perder pontos sempre; apenas não iria fazer muito melhor que o 3º ou 4º lugar. Quer queiramos, quer não, encontrar um treinador que aceite treinar o Sporting com as condições pouco favoraveis que serão oferecidas será uma tarefa dificil.
E como eu estou numa de bruxo, vou apostar que o próximo a entrar para Alvalade será o Jorge Costa, treinador actual do Olhanense.
Estarei tolo?
We’ll see
Ahh, e o Soco-lari. Estará ele interessado em trabalhar pro bono?
várias, longas, difíceis, excruciantes semanas depois, o país parece que pode voltar ao normal.
as legislativas já foram, as autárquicas arrumaram-se ontem.
o país pode agora concentrar-se no que realmente interessa. como por exemplo…
a formação do novo governo.
a continuação da manuela ferreira leite à frente do psd.
bem, se calhar as “réplicas” vão ser tão ou mais angustiantes que os tremores originais. merda!
Faz hoje 10 anos que a Amália Rodrigues faleceu.
Não sou grande conhecedor do trabalho da Amália. Reconheço-lhe um enorme talento que, segundo já ouvi, mais facilmente era ouvido fora de Portugal do que na sua terra natal. Por que razão? Não sei porquê.
Não desgosto do Fado e até digo que há algumas canções que são magníficas e que até arrepiam quando as ouço.
O curioso desta minha pequena homenagem acerca dos 10 anos sobre o falecimento da Amália é o facto de, de todas as pessoas que eu conheço – amigos, família ou outros – foi um vizinho meu do Canadá, alemão de nascença, o maior fã da diva portuguesa, também ele em descanso eterno há 14 anos.
Portanto, a Amália.
De seguida um vídeo que certamente já anda por aí.
100 hits do Youtube em 4 minutos.
Montes de momentos incríveis não faltam, nem tão pouco momentos hilariantes.
quem me conhece sabe que sou fã e praticante de ténis.
portanto, e sempre que posso, gosto de acompanhar um pouco de ténis.
o us open é o último grande torneio de ténis do ano. ontem jogaram-se duas meias finais, uma das quais entre o número 1 federer e o djokovic.
a dois pontos de jogar para matchpoint, o federer fez isto:
uma jogada para recordar ou, como ele próprio disse, “a melhor jogada da minha vida”.
we should all be so lucky. como é quem diz, antes tivéssemos todos tanta sorte e por onde escolher… se fosse essa a vontade.
Portanto ontem a noite estava a ver um episódio de CSI; uma série que não costumo acompanhar mas que não deixo de achar interessante apesar de distorcer um pouco a realidade do mundo da investigação criminal.
Mas adiante…
Ao ver o fim do episódio passou-me pela cabeça a coisa mais parva. Que desde que o CSI entrou em acção a sério – e estou só a falar da série original, a de Las Vegas – já foram apanhados mais de 200 criminosos.
É obra. Esta gente não brinca em trabalho.
Só para arrumar os criminosos teriam que construir uma nova cadeia.
E é tudo.
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