O segundo dia do SHIFT’08 começou bem cedo na quinta-feira. Houve o registration logo pelas 9 da manhã e uma pequena introdução às 10. Pouco depois houve lugar à primeira das 7 conferências para o dia. Se por um lado era interessante discutir o maior número de convidados possível, o facto do tempo por conferência se limitar aos 40 minutos, limitou, imagino eu, o conteúdo que foi explorado por cada orador.
A primeira conferência a que assiti foi Design Fiction por Julian Bleecker. Ele falou, de uma forma geral, até porque não teve oportunidade de falar tudo que tinha planeado, sobre o modo como se relaciona o design, a ficção cientifica e os adereços e efeitos especiais recorrendo a exemplos como o Minority Report e o Jurassic Park.
A segunda sessão, já depois de um bom coffee break, foi do Bruno Afosno e teve o título Why Should I Bother?. Com alguma dificuldade em transmitir as suas ideias em inglês, discutiu-se de uma forma geral o conceito de design e a sua importância.
Antes do almoço, a Eddie Correia discutiu o WikiLife. Falou sobre o estado actual do mundo, das comunidades e discutiu-se o modo como se pode desenvolver essas comunidades.
Com o almoço digerido, partiu-se para a 4ª conferência do dia. Mike Stenhouse falou sobre o tema Tapping the Timeline: Designing for Learned and Evolved Responses. Aqui, o Mike discutiu um pouco sobre a sua experiência própria no design de interface(s) recorrendo a alguns exemplos na internet.
Nick Cristea e Sanky (sim, Sanky é o nome do senhor) apresentaram de seguida o Square Wheels – Designing with Common Sense. Este foi claramente uma das melhores apresentações do evento com o duo a apresentar alguns dos seus trabalhos interactivos. Trabalhos muito interessantes, muito bem pensados. Podem consultar o trabalho deles aqui, no AllofUs.
Mais um coffee break e de seguida tivemos o Gutten Touch to Natural Interaction do Multitouch Barcelona. Este grupo de jovens espanhois apresentaram o seu projecto interactivo algo interessante. Tiveram o azar de apresentar depois do Nick Cristea e Sanky, esses sim, cheios de experiência na área de trabalhos interactivos.
A última apresentação do dia a que assisti foi Designing the User Experience Curve do Andy Budd, senhor que deu o tal workshop que não deu para assistir, como referi na primeira parte destas notas do SHIFT’08. O Andy disctiu alguns factores, utilizando os mais diversos exemplos, que estão na base do desenvolvimento de um perfeito user experience. Foi uma boa apresentação para acabar o primeiro dia de conferências.
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