Archive for October, 2008

Também podem votar… “Yes We Can”

4 de Novembro. Creio que existem pouquíssimas pessoas que desconhecem a importância desta data. Afinal, vai a votos o cargo mais poderoso do mundo… o Presidente dos Estados Unidos.

Não faltam sondagens, não faltam opiniões, não falta nada. O Barack Obama por enquanto parece levar vantagem. No entanto, o John McCain pode vencer num Hail Mary final.

Ok. Chega de conversa.

Apenas queria deixar aqui um link para um site onde também nós, cidadãos do mundo, cidadãos que somos diariamente afectados pelo que se passa nos Estados Unidos, podemos votar.

Claro que o meu voto e de tantos outros apenas serve para ver quem é o preferido de entre os vários cidadãos mundiais. Mas é um exercício interessante. E pelo que se pode ver, o mundo quer ver Barack Obama como o próximo Presidente dos Estados Unidos.

Visitem: If the World Could Vote

This is Halloween

Porque as tradições de Halloween neste país… just suck, fica o início de um dos melhores filmes de sempre!

This is Halloween, everybody make a scene…

Senta-te e ri um pouco

Não tenho o hábito de ver Os Contemprâneos mas vi este vídeo e decidi partilha-lo com vocês. Se é isto o que podemos esperar d’Os Contemporâneos, está na altura de me sintonizar.

Notas do SHIFT’08 [3]

Finalmente, o último dos 3 dias do SHIFT’08 em Lisboa.

Ainda mais cedo que no dia anterior, as conferências começaram logo pelas 9.30 da manhã.

A primeira do dia foi a apresentação do Empressor, uma serviço on-line que permite criar apresentações do tipo power point. Bryan Thatcher, criador do Fusebox e Mike Davis, apresentarm o Empressor, o serviço criado pela pessoal do Fusebox. É um serviço bastante completo e certamente divertido e útil.

Eduardo Manchon apresentou na sessão seguinte The Rise of the Geoweb. O Eduardo, criador do serviço on-line Panoramio, falou da crescente utilização dos mapas para a criação de novos e por vezes inuteis serviços. Falou igualmente do seu próprio serviço e da forma como eles tem estado na Internet.

Manuel Lima explorou de seguida Visual Complexity: A visual exploration on mapping complex networks. Visual Complexity é um site que agrega vários projectos sobre redes complexas e explora essa mesma complexidade ao tentar tornar a informação da rede mais facilmente compreendida.

Antes do almoço tivemos a oportunidade de assistir à apresentação Usability vs. Software Development Process pela mão da Susana Vilaça onde se debateu um pouco sobre a usabilidade em geral. Infelizemente estava à espera de um pouco mais até porque a usabilidade é, hoje em dia e para mim, um tema bastante importante.

Depois do almoço, mais duas apresentações. Primeiro, o jovem e recheado de sucesso Fred Oliveira apresentou Experience Traces. O Fred guiou-nos através de uma série de exemplos sobre como determinadas empresas fazem tudo que está ao seu alcance para tornar a experiência de uma pessoa algo de único.

Finalmente tivemos Tara Hunt e a sua apresentação Making Whuffie: the power of Social Capital and Online Communities. Aqui a Tara explorou alguns pontos que estão na base da criação, aumento e sustentação de um bom capital social, não monetário, mas de pessoas.

Pouco depois decorreu a sessão de encerramento e o fecho.

Foram três dias muito porreiros, muito úteis e muito importantes para quem lá esteve!

Ainda o SHIFT’08… e o PulseMeter

Ia colocar os slides da apresentação do PulseMeter num daqueles serviços de partilha de ficheiros, mas depois vi que o David Orban já tinha colocado os vídeos das apresentações no sítio que todos conhecemos, o Youtube.

Fica então o registo e o vídeo do nosso mini-projecto.

Mais uma vez, parabéns ao grupo!

P.S.: Aqui estão 3/4 do grupo entretidos a fazer nada… à esperar de poder finalmente participar no evento.

Estamos lá no fundo, contra a parede…

A foto também do David Orban.

Notas do SHIFT’08 [2]

O segundo dia do SHIFT’08 começou bem cedo na quinta-feira. Houve o registration logo pelas 9 da manhã e uma pequena introdução às 10. Pouco depois houve lugar à primeira das 7 conferências para o dia. Se por um lado era interessante discutir o maior número de convidados possível, o facto do tempo por conferência se limitar aos 40 minutos, limitou, imagino eu, o conteúdo que foi explorado por cada orador.

A primeira conferência a que assiti foi Design Fiction por Julian Bleecker. Ele falou, de uma forma geral, até porque não teve oportunidade de falar tudo que tinha planeado, sobre o modo como se relaciona o design, a ficção cientifica e os adereços e efeitos especiais recorrendo a exemplos como o Minority Report e o Jurassic Park.

A segunda sessão, já depois de um bom coffee break, foi do Bruno Afosno e teve o título Why Should I Bother?. Com alguma dificuldade em transmitir as suas ideias em inglês, discutiu-se de uma forma geral o conceito de design e a sua importância.

Antes do almoço, a Eddie Correia discutiu o WikiLife. Falou sobre o estado actual do mundo, das comunidades e discutiu-se o modo como se pode desenvolver essas comunidades.

Com o almoço digerido, partiu-se para a 4ª conferência do dia. Mike Stenhouse falou sobre o tema Tapping the Timeline: Designing for Learned and Evolved Responses. Aqui, o Mike discutiu um pouco sobre a sua experiência própria no design de interface(s) recorrendo a alguns exemplos na internet.

Nick Cristea e Sanky (sim, Sanky é o nome do senhor) apresentaram de seguida o Square Wheels – Designing with Common Sense. Este foi claramente uma das melhores apresentações do evento com o duo a apresentar alguns dos seus trabalhos interactivos. Trabalhos muito interessantes, muito bem pensados. Podem consultar o trabalho deles aqui, no AllofUs.

Mais um coffee break e de seguida tivemos o Gutten Touch to Natural Interaction do Multitouch Barcelona. Este grupo de jovens espanhois apresentaram o seu projecto interactivo algo interessante. Tiveram o azar de apresentar depois do Nick Cristea e Sanky, esses sim, cheios de experiência na área de trabalhos interactivos.

A última apresentação do dia a que assisti foi Designing the User Experience Curve do Andy Budd, senhor que deu o tal workshop que não deu para assistir, como referi na primeira parte destas notas do SHIFT’08. O Andy disctiu alguns factores, utilizando os mais diversos exemplos, que estão na base do desenvolvimento de um perfeito user experience. Foi uma boa apresentação para acabar o primeiro dia de conferências.

Notas do SHIFT’08 [1]

Tive a oportunidade de participar, nestes últimos dias (15,16,17 de Outubro) no evento SHIFT’08. O evento decorreu no Centro de Reuniões da FIL, em Lisboa.

O SHIFT – Social and Human Ideas for Technology teve como objectivo promover, através de Workshops e Conferências, conhecimentos relacionados com a Educação, a Acessibilidade, o User Experience, Tecnologias Móveis, Arquitectura, entre outros.

Foram dezenas os oradores convidados, dezenas os participantes em dezenas de conferências nas áreas referidas.

No primeiro dia não cheguei a tempo de me registar para um dos workshops mais apetecíveis do evento, o Guerrila Usability Testing promovido por Andy Budd. Quem teve essa oportunidade afirmou ter sido muito interessante. Felizmente consegui arranjar os slides da apresentação o que já não é muito mau.

Apesar de ter perdido esse Workshop, participei num outro, o P2P Energy Management: The Social Energy Meter, promovido por David Orban [site: David Orban]. Foi um workshop interessante que começou com uma pequena apresentação sobre o tipo de trabalho que o David Orban desenvolve no projecto Open Spime. O Open Spime, de forma resumida, tem a haver sobretudo com os Spimes, objectos capazes de reconhecer onde e quando estão na terra.  Com essa apresentação em mente, eu e os meus colegas, Pedro, Vasco e Ângela partimos para um pequeno brainstorm e a concepção de uma mini-aplicação. Para tal foi necessário escolher uma tipologia de sensores (mecânicos, electromagnéticos, químicos, …), definir igualmente a interacção Homem-Homem e Homem-Máquina. Uma hora depois apresentamos o PulseMeter, uma aplicação capaz de medir as nossas pulsações através de um relógio ou pulseira que por sua vez interage dinamicamente com um dispositivo móvel que envia dados para um webservice. A partir daqui, esta informação tem um grande leque de utilizações. Em breve espero poder mostrar os slides que fizemos e o vídeo que foi gravado. Acho que quem esteve presente gostou da ideia tal como eu gostei das outras ideias apresentadas.

Não sabia bem o que esperar do Workshop promovido pelo David Orban; no entanto, foi muito divertido e interessante.

Amanhã espero poder falar sobre as conferências a que assisti.

O que é que é isso, oh meu?

A selecção teve um duplo compromisso nos útlimos dias relativo à fase de Qualificação para o Mundial de 2010. Resultado dos dois jogos: horrível.

No sábado passado a selecção esteve em Estocolmo e frente a uma Suécia com algumas ausências, a nossa selecção pouca vontade mostrou em vencer o jogo. Antes, houve uma grande preocupação em não perder e pelo menos segurar um ponto. Apesar de tudo, conseguiu-o. A Suécia entrou forte e o Elmander teve algumas oportunidades para marcar. Por sua vez, Portugal nunca teve grandes hipóteses de fazer algo de perigoso. Só na recta final, quando os suecos já evidenciavam algum cansaso de tanto correr para dentro da noss área que Portugal conseguiu criar algum perigo. Empate justo… para a nossa equipa.

Ontem, frente a Albânia… o que é foi isso, oh meu? Por força da minha presença nas conferências Shift08, não tive hipótese de ver o comportamento da selecção de todos nós. Fui ouvindo aos poucos o relato e quando deu, vi umas imagens. A Albânia era (e é) claramente uma selecção ao nosso alcance mas, e sem que ninguém o conseguisse explicar, a selecção teve uma das piores noites de futebol de sempre. Não sei se jogaram bem ou não. Sei que na segunda parte tiveram oportunidades para marcar pelo menos o meio a zero. Se calhar a selecção teve uma experiência à Benfica em que por muito que rematassem, a bola nunca iria entrar (ver jogos contra o Boavista nos últimos anos). Também é preciso lembrar que jogamos contra dez durante 45 min. Mais uma razão que torna este resultado completamente inqualificável.

Foi um jogo com uma história que jamais poderá se repetir nos restantes jogos que se avizinham. Mantenho a minha confiança no Queiroz. Acredito que a selecção ainda se vai qualificar até porque nos próximos jogos Deco estará presente, esse sim, o jogador mais importante da selecção.

Portanto, 4 jogos, 5 pontos. A maioria deles perdidos em casa. Já que se aproxima o Natal, vamos todos contribuir com uma calculadora… certamente que será preciso porque as contas para o apuramento começam a complicar-se. Mas digo mais uma vez, acredito que não seremos decepcionados novamente.

Um debate complicado

Estava eu a caminho do “local de trabalho” do costume e a ouvir a Rádio e as notícias da hora.

Surgiu um senhor, ligado à Associação Portuguesa da Bioética, que afirma ser necessário debater de forma profunda o tema eutanásia, temendo que o mesmo entre nas cogitações do Parlamento sem passar pelo povo português.

Afirma ele que os portugueses devem estar todos a par das questões relacionadas com a morte medicamente assistida.

Para tal, o senhor vai apresentar um parecer no final desta manhã sobre uma proposta para um possível referendo nacional relacionado com a eutanásia.

Interessante que um dos únicos temas, digamos, tabu, sobre o qual tenho a máxima certeza das minhas convicções ainda não foi reflectido pela sociedade. Eu tenho a minha proposta mas como não sou político, guardo-a para mim.

He’s everywhere!!!

O momento alto do dia até agora foi a (in)esperada aparição do melhor amigo dos jornalistas e câmaras de televisão no Santuário de Fátima nas celebrações do 13 de Outubro.

O “Emplastro” cujo nome desconheço, marcou presença nas cerimónias e de estátua de N. Senhora de Fátima na mão, não deixou de fazer das suas.

Pelo menos comportou-se como um gentleman :P

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