Archive for January, 2009

For your consideration…

O Super Bowl joga-se este fim-de-semana nos Estados Unidos.

Toda a gente sabe a quantidade de dinheiro (em milhões) que se gasta só para ter direito a 30 segundos para poder expor um anúncio durante os intervalos do evento.

Este anúncio, pelos vistos, foi banido.

Pena.

Magia do Tilt-Shift

Fiquei espantado com este video que foi gravado utilizando o estilo tilt-shift. Não conheço muito bem o que é a técnica/estilo mas que consegue criar um estilo fantástico, isso consegue.

De forma resumida e algo ingénua o que o tilt-shift faz é gravar imagens reais cujo resultado final parecem miniaturas desses mesmos objectos.

Fiquem com este vídeo que é fascinante.

Já agora, visitem aqui o Smashing Magazine para verem várias dezenas de exemplos de fotografias que recorreram ao tilt-shift.

the road to the Oscars

os Oscars estão a menos de um mês de distância e os nominees já são conhecidos.

para evitar as burrices do ano passado, isto é, ver a cerimónia dos oscars sem ter visto os filmes que foram nomeados, antecipei-me este ano e estou a tentar ver, dentro do possível, os filmes que estão representados nas mais importantes categorias.

5 são os filmes nomeados para melhor filme: The Curious Case of Benjamin Button, Slumdog Millionaire, Frost/Nixon, The Reader e Milk.

destes, já vi os primeiros dois. Esperava mais do Benjamin Button. Não é que desiludiu mas faltava-lhe qualquer coisa. Slumdog Millionaire foi muito bom. Gostei bastante. Sem ter visto os restantes, merece o meu voto nesta categoria.

de resto, ainda não posso tecer grandes comentários. Como já tive a oportunidade de dizer aqui, gostei de Mickey Rourke em The Wrestler e achei que o Brad Pitt esteve bem na pele do Benjamin Button. No entanto, e ainda sem ter visto o filme, acho que Sean Penn é capaz de vencer desta vez. O filme Milk parece-me ter sido um filme que lhe proporcionou um papel bastante interessante e capaz de revelar o grande actor que é.

mais palpites em tempo oportuno!

the moment of change

Com alguns soluços pelo meio, Barack Obama tomou hoje posse, oficialmente, como o 44º Presidente dos Estados Unidos.

Foi um momento que surtiu mais interesse e emoção do que a tomada de posse do nosso próprio Presidente ou Primeiro Ministro.

O mundo – ou pelo menos a maior parte dele – vê em Barack Obama um homem que traz consigo tempos de mudança em tempos de crise. O mundo vê nele uma postura diferente daquela que conheceu durante oito anos na pessoa do George Bush.

Seja o que for que o mundo vê nele, não há dúvidas que hoje se assitiu ao momento da mudança que todos esperavam.

Do you believe in luck?

Há quem acredite na sorte. Há quem acredite que cada um faz a sua própria sorte. Outros acreditam que a sorte vem de uma força maior.

Sejam auto-criada ou resulto de um fenómeno muito superior a nós, há por aí muita gente sortuda.

Love Story in the Library

Ontem enquanto terminava o meu trabalho, o tal trabalho, assisti – até porque o dito cujo ocorria à minha frente – a uma espéice daqueles triangulos amorosos que só se vêem nos filmes.

Vou tentar contar o filme ao qual assisti…

Estava um rapaz sentado à minha frente: um tipo normal, alto, de óculos, aparentemente mais contido do que extrovertido. Reparo que não mão dele ele tem um desenho. Parecia-me uma tatuagem. Mas como em algumas partes estava meio borratado, conclui que era apenas tinta.

Algum tempo depois aparece uma rapariga, uma colega do rapaz; uma colega com a qual ele visivelmente da-se bem. Eles falam-se, riem-se juntos e trocam ideias com uma distância corporal muito pequena. Reparo que também ela tem um desenho no pulso.

Parece-me claro que eles desenharam um no outro até porque mais adiante ela volta a desenhar na mão dele.

O comportamento de ambos transpirava uma espécie de amor platónico. Havia demasiada química e interacção entre ambos para ser só uma simples amizade. Sentia, no entanto, que a maioria desse amor partia da parte dela, sendo ela sempre quem dava o primeiro passo nestas brincadeiras. Havia algo que me fazia pensar no porquê dessa relação ser ainda tão… contida.

A resposta veio mais tarde. Do nada, surge uma outra rapariga. Pareceu-me uma mera colega de ambos. Cumprimentou a rapariga que já lá estava mas foi dar um beijo, apaixonado, ao rapaz. Era isso. Ele tinha uma namorada.

A partir desse momento o comportamento da rapariga mudou. Pouco mais falou para o rapaz ou para a rapariga. Ocasionalmente perguntava-lhe uma ou outra coisa. De resto, ficava debruçada sobre os seus cadernos a estudar, como ainda não tinha feito desde que lá tinha chegado. Sorria, timidamente, às palavras e acções que o casal trocavam mesmo ao lado dela. Nunca mais foi a mesma depois da namorada ter chegado.

E é essa a Love Story da Biblioteca. Uma história que no cinema é mais do que vista e repetida. No entanto, parece que não é apenas uma história do grande  ecrã.

Tive pena da rapariga. Visivelmente sentia alguma dor, alguma mágoa, alguma incompreensão. Visivelmente, também ela gostaria de partilhar algo mais com o rapaz do que uma amizade. Isto porque todos nós sabemos onde acabam as brincadeiras entre amigos e começam as brincadeiras com raízes e origens mais profundas, frutas de alguma paixão.

Ou talvez eu tenha apenas imaginado tudo… mas acho que não.

Já acabou… finalmente… mas só para já.

E portanto, aproveito para colocar um post que também serve como edição número 41 do Back to the 80s.

Portanto, depois de muito trabalho e muitas dores de cabeça, o trabalho pára, para já. E portanto, sinto-me melhor do que há uns dias para cá. É um óptimo feeling.

Flashdance… What a Feeling - Irene Cana
What a Feelin’ [1983]

What’s Been Happening VIII

…absolutamente nada que tenha merecido mais a minha atenção do que isto.

Como o [agora todos com a voz do Artur Albarran] drama, o horror e afins entram na recta final, amanhã será um better day.

Mais notícias e uma actualização mais realista para então.

Uuuooohhhhh!! Quando é que isto apareceu?

Lembrem-se de eu ter falado aqui neste post que o WordPress apenas não prestava porque não nos permitia saber se o dono do blog o outras pessoas quaisqueres nos tinham respondido aos comentários??

Pois bem, não sei quando mas parece que o WordPress ouviu as preces de milhares de utilizadores da sua plataforma porque agora já podes estar a par de todos os comentários de um post.

coiso1

Sou agora um blogger mais feliz. Obrigado WordPress!

Agora, e porque está a cair uma bela chuvinha, vou dormir porque as condições são óptimas para tal!!!

Onde e como bater o dente

Ontém tive a honra de ir a um casamento. Sim. Um casamento. Sim. Em pleno Janeiro. Sim. Em pleno inverno.

Mais interessante é que o casamento foi no interior-centro. Foi numa linda terra que vai pelo nome de Oleiros, em Castelo Branco.

Apesar de estar à espera de alguma neve, o Google Maps indicou-me pelo pior caminho possível. Mandou-me ir pelo que me pareceu ser o caminho turístico: pelo meio do monte, lá perto do topo da serra onde estão instaladas as ventoinhas eólicas. E lá, onde o sol ainda não tinha chegado naquele dia, apanhei quilometros sem fim de neve e gelo e gelo e neve. De vez em quando aparecia umas partes já sem nada o que me deixou mais descansado. Mas foram quilómetros a subir e a descer sem ver um único outro carro. Sozinhos no meio do monte, no meio do frio, no meio do inverno, no meio da neve… grande pesadelo!

Apanhei um petit susto, nada de extraordinário. Mas o que seria uma viagem na neve sem o carros nos querer fugir um pouco?

A celebração em si foi porreira. Nunca vi um padre celebrar uma missa tão rápido. A homília durou 9 minutos. De resto, foi bater o dente durante a celebração de tanto frio que estava. Para tirar fotografias, mais frio ainda com rajadas de vento bem arrepiantes.

Com já algum juízo, o regresso a casa foi feito por outras terras, menos perigosas e com menos neve. Passagens pela Sertã e por Pedrogão Grande, bem como todas as terras pelo meio, apesar da noite, deram para perceber que são terras com uma paisagem apelativa.

Portanto, para resumir e concluir, se querem bater o dente, sugiro que façam uma viagem para o interior, no meio do inverno. O casamento é apenas um bónus… falo de comida claro. E o amor :)

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