Archive for February, 2009

Ou consegues ou não consegues.

Encontrei este site com um teste interessante e da mais simples natureza.

Carregas no pequeno botão play e tentas ouvir o som.

Ou consegues ouvi-lo ou não consegues.

Como diz o site, este som é normalmente audível apenas a pessoas com menos de 25 anos. Não explica porquê mas eu aposto que tem a haver com as frequências  que somos capazes de ouvir até uma determinada idade, sendo esta uma delas. É uma hipótese.

E vocês, como está a vossa audição?

O Fresh Prince… acoustic.

Poucas são as pessoas que desconhecem o Fresh Prince of Bel Air.

Afinal, foi nessa série que a carreira do Will Smith começou permitindo-lhe subir até onde chegou tendo participado em filmes como o Men In Black, Independence Day e I Am Legend, entre outros. Já agora… é impressão minha ou este gajo gosta de se meter em papeis onde dá caba de aliens?

De qualquer maneira, e de volta ao Fresh Prince, quem já viu a série conhece este tema…

Ahhh, boas memórias. Bons tempos.

Ora, há gente com talento que consegue pegar nesse tema e fazer o seguinte…

Mas quem é esta gaja? Não tens mais nada para fazer, pá? Chiça…

Gente com ainda mais talento pega nesse tema, pega numa guitarra, bebe um pouco de água (ou vinho se for o Rui Veloso) e canta o seguinte…

A autora/cantora desta adaptação é a Kay Pettigrew. Gostei do que ouvi. Mais alguém?

É Carnaval. A crise não leva a mal.

Hoje é dia de Carnaval.

Cá por Portugal e lá no Brasil, dois países cujas festividades do Carnaval enchem as nossas televisões, há uma clara semelhança.

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Independentemente do desemprego, da falta de dinheiro, das dívidas e de tudo e mais alguma coisa, dinheiro não falta para construir enormes carros alegóricos repletos com caras do Primeiro Ministro, José Sócrates ou da Ministra de Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

Não me levem a mal, também eu já estou farto de ouvir falar de crise e nada melhor do que umas festas para animar o pessoal. Mas que ela existe, existe. E que se deve estar a abusar no dinheiro que se gasta nestas festas, também não duvido.

Mas isso já não é problema meu. É apenas a minha opinião.

Clap, clap, Mr. Oscar!

Para quem se atreveu a ficar até às 5 da manhã esta madrugada para ver em directo toda a emissão dos Oscars certamente que não terá ido para a cama muito desiludido com o que viu durante quatro horas.

Foi uma cerimónia, como diziam os comentadores (opinião com a qual concordo), mais dinâmica, mais divertida e, apesar de ter durado 3h30, até menos exaustiva do que se poderia prever. A forma como agruparam muitas dos prémios (os técnicos, os de música, os de escrita, por exemplo) permitiu ganhar alguns minutos para depois poderem ser aproveitados noutros momentos. As mini-cerimónias feitas aquando da apresentação dos nomeados para melhor actriz e actor secundário bem como actriz e actor principal são apenas um exemplo desse aproveitamento e de um novo espírito dinâmico que a organização tentou dar este ano.

Mas vamos por partes. Hugh Jackman estreou-se como anfitrião este ano e, penso eu, comportou-se lindamente. Numa tentativa de reduzir custos ou apenas de fazer algo original, a cerimónia de abertura contou com um Jackman a mostrar os seus dotes como cantor (bastante bons até) numa medley que, como é habitual, introduziu os vários nomeados para melhor filme do ano. A subida “inesperada” (inesperada para o público, claro) ao palco de Anne Hathaway para fazer um mini-duet com o Hugh foi divertido e apenas uma parte de uma divertida cerimónia de abertura.

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O habitual “secante” discurso do Presidente da Academia foi substituido este ano por mais um momento de entretenimento: um musical à imagem do Hugh Jackman, como ele o introduziu. Contou com a presença da Beyoncé bem como o par do High School Musical (Zac Efron e Vanessa Hudgens) e do Mamma Mia (Amanda Seyfried e Dominic Cooper). Estes presentearam o público com um mini-musical onde cantaram e dançaram a um medley que contou com músicas de vários musicais, medley esse criado pelo Baz Luhrmann. Aliás, o recordar dos “momentos altos” em várias categorias (comédia, romance, etc.) através de pequenas montagens foi outra das novidades.

Portanto, este foi um pequeno grande resumo do que foi a cerimónia. Em termos de vencedores…

Slumdog Millionaire destronou o The Curious Case of Benjamin Button que entrou com uma dúzia mais uma nomeações. O Slumdog levou para casa 8 das 10 nomeações que teve o que é uma marca notável. Entre as 8 estatuetas vencidas, as duas mais importantes: melhor filme e melhor realizador, pela mão de Danny Boyle.

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Em termos de representação, Sean Penn ganhou a melhor interpretação masculina, prémio esse que é inteiramente merecido. Do lado das mulheres foi  a Kate Winslet que venceu e, apesar de não ter visto as prestações das restantes nomeadas, parece-me que esta interpretação da Kate é mais do que merecedora.

Em termos de actor e actriz secundária, a Penélope Cruz ganhou pela sua interpretação em Vicky Cristina Barcelona enquanto que o já falecido Heath Ledger venceu o prémio para melhor actor secundário pelo seu trabalho em The Dark Knight.

Nota para o facto de todos os 4 discursos dos vencedores referidos terem sido bastante emotivos. Penélope com palavras para a sua terra natal; Kate fez uma homenagem especial à Meryl, o Sean Penn com um discurso emotivo e igualmente político, fazendo valer o papel que interpretou em Milk; e a família do Heath Ledger a receber o Oscar em nome da filha de 3 anos, na mais emocionante recepção da noite.

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De resto, e dentro das categorias que mais me interessavam, não se registaram grandes surpresas nas entregas ontem a noite. O The Dark Knight, para além do prémio do Heath Ledger levou para casa o prémio de melhores efeitos sonoros. Wall-E não desiludiu e levou para casa o prémio para melhor animação. Em termos de música, os dois prémios foram para o Slumdog tal como melhor adaptação. O prémio para escrita original ficou para o autor de Milk, também esse com um discurso bastante emotivo. De uma forma geral, creio que quem mais mereceu levou para casa o seu merecido prémio.

Em suma, uma boa noite, uma noite divertida, uma noite em que os Oscars não foram uma cerimónia secante mas antes uma cerimónia mais divertida que premiaram os melhores do ano na indústria cinematográfica. Para o ano há mais!

the road to the Oscars [3]

Logo à noite celebram-se os Oscars e apesar de já ter circulado na net uma suposta lista com os vencedores, não me parece que esta brincadeira vá estragar o espectáculo.

Mas não é da cerimónia que vou falar. Antes, nas próximas linhas apenas vou deixar uma breve opinião sobre o último filme nomeado que vi: o Reader.

O Reader, com Kate Winslet no papel principal, acompanhada pelo Ralph Fiennes e o David Kross, conta a história de uma mulher que um dia encontra um rapaz. Este encontro leva a novas aventuras entre ambos até que um dia ela desaparece. No entanto, o rapaz acaba por a “encontrar” alguns anos depois em circunstâncias bastante “únicas”.

Perdoem-me as aspas e a ambiguidade, mas creio que é melhor vocês preencherem o vazio por vós próprios.

De forma resumida acho o filme muito bom. Acho a história maravilhosa e apesar de não conhecer os outros nomeados para melhor adaptação, este é de facto um bom candidato.

Acho a performance da Kate Winslet bastante corajosa, tal como a do David Kross, de apenas 18 anos. Depois perceberão porquê. Dos filmes que contemplam as actrizes para Melhor Actriz, este foi o único que vi e portanto também não posso estabelecer grandes opiniões.

De resto, fica apenas a ideia de que este filme é bem capaz de se intrometer na corrida a melhor filme.

A minha aposta vai para o Frost/Nixon para vencedor enquanto que o Slumdog e o The Reader são os underdogs. Veremos, logo à noite.

Fazer grandes obras com pequenas ferramentas

Não, desta vez não tenho vídeos porreiros. Awwwww!

No entanto, apenas quero deixar aqui uma nota, para os mais interessados no desporto rei, sobre o trabalho do Jorge Jesus no Sporting de Braga.

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Clubismos à parte, parece-me inegável que neste momento o Sp. Braga é a melhor equipa portuguesa a praticar futebol. Isto graças a um homem mais do que competente no que faz, um homem sério e sem papas na língua.

Disse no outro dia quando se falava do facto do FC Porto defender “à zona” que tinha sido ele o primeiro treinador do Mundo – sim, Mundo – a colocar as suas equipas a defender assim. Se é verdade ou não, não sei. Mas foi um constatação no mínimo corajosa da parte dele.

Foi ele que na época passada ou até na anterior disse que o “fair-play” era e é uma treta. E é. Ponto final, parágrafo. O “fair-play” só é aplicado quando convém a uma ou outra equipa.

Ora, esta noite, no regresso das competições Europeias – neste caso, a Taça UEFA – o Sp. Braga deu, como reconheceu o Laszlo Boloni (treinador do Standard de Liége, adversário do Braga esta noite), um banho de bola ao seu adversário. Para além de ser preciso ter tomates para admitir que a própria equipa levou um “banho”, é preciso saber reconhecer a competência dos outros. E tanto os adversários como o público em geral começam a perceber isso no Sp. Braga.

O Braga foi melhor que qualquer um dos três grandes esta época nos jogos que disputaram. Benfica, Porto e Sporting sentiram na pele o trabalho do Jorge Jesus. Sentiram na pele que não basta ter grandes nomes para fazer grandes equipas. Por vezes as grandes obras fazem-se com pequenas ferramentas. E é isso que vejo no Sp. Braga. Infelizmente, e até agora, em 3 das 4 derrotas que já teve com os grandes, foi sempre prejudicado, impedindo assim o Sp. Braga de sonhar com algo mais na Liga.

Portanto, os meus parabéns ao Jorge Jesus. Tenho gostado de ver o Sp. Braga a jogar, tanto cá dentro mas sobretudo lá fora, na Europa.

Com o Jesualdo a terminar contrato, de certeza que o Pinto da Costa está de olho em ti. E se te mantiveres competente como agora, acho que vou gostar de te ver de “azul e branco”.

18 segundos de “pure entertainment”

Para quem não viu este vídeo, aviso-os já que estão prestes a ver a melhor forma como entreter uma pessoa em menos de 20 segundos.

Isto, meus caros, é pure entertainment.

Também eu não quero ser elf de ninguém… estou contigo meu caro!

É tudo uma questão de atenção.

Um excelente truque de magia este… basta prestarem alguma atenção.

E esta, hein? Viram ou não viram? Abram os olhos pessoal!

Vá, talvez seja um pouco parvo… mas ele enganou-me a mim :(

Código de honra entre homens!

De todas as coisas que fazem um homem um verdadeiro Homem, com H grande – Homem – tal e qual como acabaram de ler, é cumprir o código de honra entre homens.

Que código é esse?

Bros before hos. Nem mais, nem menos.

da autoria de The Outside Joke

Ainda o amor…

I feel it in my fingers
I feel it in my toes
Love is all around me
And so the feeling grows….

Haja imaginação e paciência para tanto :)

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