Archive for the 'Tecnologia' Category

the iPad

ontem milhões de apple fans e outros tek curiosos viram, finalmente, a nova aposta da marca da maça, o iPad.

o iPad é, em menos de 10 palavras, o cruzamento do iPhone com os portáteis Mac.

source: Apple.com

source: Apple.com

talvez por me sentir enjoado com tanta propaganda ao produto, fui algo crítico sobre esta peça tecnológica. e depois há o steve jobs que usa todos os adjectivos possíveis – positivos, claro – para o descrever: incredible, outsanding, amazing, fascinating…

uma das minhas primeiras impressões foi de que o produto parecia uma daquelas molduras de fotografias digitais (como podem ver na foto da direita).

no entanto, depois de ler mais um pouco, e ver um ou outro vídeo, até dou a mão à palmatória… o produto até é jeitoso e interessante.

claro que o vídeo acima foi feito pela apple para vender. claro que só vemos aquilo que é bom. no entanto, do que vi, acho que seria um gadget porreiro para ter por casa.

… não, não faz chamadas. não, não tira fotografias… mas sinceramente, se tivesse, iam estar a tirar fotos ou a ligar para alguém com aquilo? para isso, usam IM…

mas claro, nem tudo é bom no iPad. como li aqui, o dito cujo tem algumas (grandes) falhas…(a confirmar, claro)

… não permite multitasking. wtf? como é que isso não lhes passou pela cabeça? não posso estar na net e a escrever um doc? não tem flash, para ligar externamente é preciso um conjunto de adaptadores… coisas assim.

e é assim. como tudo, tem os seus pros & cons.

quanto ao plim plim que vai custar aos compradores… já ouvi que o mais barato pode rondar os 400 euros ou menos. a partir daí, e quanto maior a memória, o disco e afins, mais caro.

portanto, aí está ele. de certeza que não o vou comprar – a não ser que me saia o euromilhões amanhã. aí até compro para meia dúzia de vocês.

What’s Been Happening IX

Desde a última vez que lancei este “tópico” já passaram 11 meses. Na altura estava envolvido na escrita da dissertação… uffa, onde isso já vai.

Desde então, muita coisa já se passou, muita coisa há-de acontecer e algumas coisas estão a decorrer neste momento.

Mas carago…. is it just me, ou o Natal está à porta e nem demos por ele? Claro que as luzes, os enfeites, as músicas já andam a tocar desde o dia 1 de Novembro. É sempre assim: depois (e durante o verão) as lojas abastecem-se de material escolar; depois são as fatiotas para o Halloween e de seguida são as prendas e os enfeites para o Natal. Um ciclo vicioso.

E é assim… depois de alguns largos dias de chuva, veio agora o frio. Cá pela terra ainda não dá para bater o dente, mas já está tempo suficientemente mau para arrumar os calções para outra altura.

Mas vamos ao que interessa…. as actualidades.

Parece que o TGV vai para a frente. Isso já todos sabíamos. No entanto, no outro dia o Sr. Primeiro Ministro “sealed the deal” e as obras vão arrancar para breve. Acho bem! Neste país parece que nunca estamos bem. Se se dá início a uma infraestrutura deste tamanho é porque somos uns tolos, a esbanjar dinheiro sem ser preciso e etc, etc. Se não o fizermos, daqui a 5 anos somos uns coitadinhos, sem infraestruturas, aqui no canto da Europa, e etc, etc. E aquele discurso de que não há dinheiro para mim não pega. Há muitos anos que este país está de “tanga” – talvez é melhor agora vestir uns boxers que está mais frio (hehehehe) – e mesmo assim, e mesmo antes deste Primeiro Ministro já se estudava as possibilidades da obra e já se assinava contratos e por aí fora. Portanto, vamos lá construir um caminho de alta-velocidade. É preciso o país ir para a frente.

E por falar em TGV e frio, parece que o Berlusconi andou à porrada. Ou melhor, levou uma das boas. Sabe-se lá porquê. Mas se perguntarem a mim, de certeza que era algum pai lixado por ter encontrado o homem na cama com a sua filha, quiçá, mulher?

font: CNN

Mas agora a sério, e voltando ao clima, decorre por estes dias em Copenhaga a cimeira mundial sobre as alterações climáticas. Suponho que o que se pretende é chegar a um consenso do género “Protocolo de Quioto”. Se será possível? Não sei. Parece que está complicado. Falar sobre alterações climáticas é tudo muito bonito; mas depois quando é preciso produzir em massa e isso implica poluir, já é pior cumprir com o prometido.

Que mais?

Ah, temos sempre o futebol.

Então parece que vem aí o grande clássico Benfica – Porto. E quem diria – certamente que eu não previa – que pudesse chegar domingo à noite e o Porto podia sair à frente do Benfica. Depois de tantas goleadas, o Benfica fez provavelmente o pior jogo desta época frente ao FC Porto B, uhumm, quero dizer, Olhanense. E das duas uma: ou pensavam que ia ser um jogo mais do que fácil e que a vitória seria concretizada ou já estavam com a cabeça no jogo com o Porto. O Olhanense teve mérito tal como o Benfica teve algum demérito na sua “performance”. E pior que isso, o Benfica saiu de Olhão com menos 3 jogadores para o jogo de domingo: Di Maria por expulsão (que é que lhe deu?), Fábio Coentrão por um 5º amarelo e Ramires por lesão. Depois ainda há a incógnita Aimar e a ausência certa de Ruben Amorim.

Por sua vez, enquanto que o Benfica goleava à moda antiga, o Porto foi goleando nos últimos jogos à moda “moderna”, ou seja, por 2-3 golos de diferença. Foi o Guimarães o outro dia, o Atlético na terça passada e ontem o Setúbal. E assim, sem querer, está novamente na luta pelo título… pois, até parece que alguma vez esteve de fora da corrida :)

Mas como disse o Prof. Jesualdo; o Porto nem foi tão fraco antes, nem é tão bom agora. Por acaso até esteve bastante fraco há uns tempos. O Benfica, que esteve muito bem antes, não está tão fraco agora. Simplesmente regressou à terra. Sejamos sérios, não estavam à espera de 30 jornada com goleadas e festivais de bola. Nem o Barcelona o consegue. Simplesmente começa a acumular-se cansaço, aparecem algumas lesões, jogadores forma de forma… e por aí.

Portanto domingo há jogo grande. O Benfica vai entrar em campo sem muitos titulares. Se isso vai fazer-se sentir. Eventualmente. Mas uma equipa que gasta 25 milhões em contratações e prepara-se para gastar mais 6 ou 7, tem que ter opções credíveis no banco. Não tenho dúvidas de que este jogo é mais importante para o Benfica do que para o Porto. Estar a 1 ponto ou estar a 4 nesta altura é insignificante. Mas perder em casa frente ao Porto e ir para o Natal já atrás do “rival” vai ser duro de digerir. Os fantásticos adeptos que acompanharam o Benfica para todo o lado vão começar a exigir mais, a assobiar mais quando as coisas começarem a correr mal. É que depois de 3 meses fantásticos, não querem acreditar que esta época poderá ser igual a tantas outras. Eu neste momento não arrisco num resultado porque estes jogos são tudo menos previsíveis.

Por outro lado temos o Sporting. Tchhiii, o Sporting. Sabiam que desde que se começou a atribuir três pontos por vitória, o Sporting nunca teve um “início” de campeonato – que já vai longo – tão mau? Este Sporting está irreconhecível. Parece que há dinheiro para “Mexer” na equipa, para reforçar uma ou outra posição. Talvez quererão reforçar a equipa técnica com um novo treinador. Veremos.

Cá para mim o Sporting ficará no 4º lugar este ano. Creio que será bom para eles. Apesar de não entrar dinheiro da Champions, podem preparar a nova época com mais calma. Mais uma vez, veremos.

O Braga é que, enfim, terá que se contentar com o 3º lugar. Eu acredito que o Braga tem todas as condições para um dia ser campeão. Mas não quando os três grandes estão fortes. Para ganhar, tanto o Benfica e o Porto teriam que estar a realizar campanhas como a do Sporting. Para um “outsider” ser campeão, teriam que apanhar um campeonato como aquele de 2004/2005 em que todos fizeram épocas péssimas. Mas de resto, estão no bom caminho.

E é tudo por hoje. Abraço a todos.

Notas de última hora:

O Sr. Pedro do Charruas lembrou-me de uma outra notícia que faz escorrer tinta nos States: o estranho caso do Tiger Woods. Começou com um acidente de carro e resultou na confirmação de que o Tiger Woods estava a ter/tinha tido um ou vários casos com meia dúzia de mulheres. Ah valente.

BES com ideias verdes

Recebi na semana passada uma carta do BES – Banco Espírito Santo -, banco do qual sou cliente. Não sei como funciona com os restantes bancos nacionais mas o BES gosta de enviar aos seus clientes numa base mensal um extracto das contas e movimentos e coisas do género. Sim, é uma política útil porque, mesmo no século 21, nem todos sabem ou se habituaram a lidar com o Multibanco.

Fiquei surpreendido ao abrir a carta e encontrar a mensagem (estava situada na parte de trás do envelope que normalmente serve para selar o conteúdo; não sei se essa parte tem um nome) que podem ver na imagem abaixo (cliquem para ampliar):

bes

Sabendo eles que ocasionalmente dou um salto ao BESnet para verificar as minhas contas e tal, decidiram, em prol do ambiente, deixar de mandar os extractos em papel e consequentemente, avisam agora quando poderei consultar o extracto online.

E sabem que mais? Excelente ideia!

De facto, se uma pessoa tem acesso à Internet, porquê gastar uma fortuna em papel e centenas de árvores no envio de extractos que por vezes nem nos interessam por nada?

Mais curioso ainda e, foi este o pormenor que mais me chamou à atenção, o envelope vinha vazio. Não tinha mais nada lá dentro excepto estas 10 linhas escritas na parte interior do envelope. Desta forma, aproveitou-se o papel já enviado – o envelope – e poupou-se no papel que teria sido utilizado para escrever as linhas que tão bem se encaixarm no envelope.

Pensamentos originais e verdes. Gostei.

Espero que os outros bancos, se já não o fazem, seguem esta ideia. Afinal, só porque a crise financeira global está na ordem do dia, não nos peodemos esquecer de que o mundo está noutra crise – ambiental.

E já que estou a falar em ideias verdes e em prol do ambiente, fiquem com este vídeo que também achei muito interessante.

Magia do Tilt-Shift

Fiquei espantado com este video que foi gravado utilizando o estilo tilt-shift. Não conheço muito bem o que é a técnica/estilo mas que consegue criar um estilo fantástico, isso consegue.

De forma resumida e algo ingénua o que o tilt-shift faz é gravar imagens reais cujo resultado final parecem miniaturas desses mesmos objectos.

Fiquem com este vídeo que é fascinante.

Já agora, visitem aqui o Smashing Magazine para verem várias dezenas de exemplos de fotografias que recorreram ao tilt-shift.

Notas do SHIFT’08 [3]

Finalmente, o último dos 3 dias do SHIFT’08 em Lisboa.

Ainda mais cedo que no dia anterior, as conferências começaram logo pelas 9.30 da manhã.

A primeira do dia foi a apresentação do Empressor, uma serviço on-line que permite criar apresentações do tipo power point. Bryan Thatcher, criador do Fusebox e Mike Davis, apresentarm o Empressor, o serviço criado pela pessoal do Fusebox. É um serviço bastante completo e certamente divertido e útil.

Eduardo Manchon apresentou na sessão seguinte The Rise of the Geoweb. O Eduardo, criador do serviço on-line Panoramio, falou da crescente utilização dos mapas para a criação de novos e por vezes inuteis serviços. Falou igualmente do seu próprio serviço e da forma como eles tem estado na Internet.

Manuel Lima explorou de seguida Visual Complexity: A visual exploration on mapping complex networks. Visual Complexity é um site que agrega vários projectos sobre redes complexas e explora essa mesma complexidade ao tentar tornar a informação da rede mais facilmente compreendida.

Antes do almoço tivemos a oportunidade de assistir à apresentação Usability vs. Software Development Process pela mão da Susana Vilaça onde se debateu um pouco sobre a usabilidade em geral. Infelizemente estava à espera de um pouco mais até porque a usabilidade é, hoje em dia e para mim, um tema bastante importante.

Depois do almoço, mais duas apresentações. Primeiro, o jovem e recheado de sucesso Fred Oliveira apresentou Experience Traces. O Fred guiou-nos através de uma série de exemplos sobre como determinadas empresas fazem tudo que está ao seu alcance para tornar a experiência de uma pessoa algo de único.

Finalmente tivemos Tara Hunt e a sua apresentação Making Whuffie: the power of Social Capital and Online Communities. Aqui a Tara explorou alguns pontos que estão na base da criação, aumento e sustentação de um bom capital social, não monetário, mas de pessoas.

Pouco depois decorreu a sessão de encerramento e o fecho.

Foram três dias muito porreiros, muito úteis e muito importantes para quem lá esteve!

Ainda o SHIFT’08… e o PulseMeter

Ia colocar os slides da apresentação do PulseMeter num daqueles serviços de partilha de ficheiros, mas depois vi que o David Orban já tinha colocado os vídeos das apresentações no sítio que todos conhecemos, o Youtube.

Fica então o registo e o vídeo do nosso mini-projecto.

Mais uma vez, parabéns ao grupo!

P.S.: Aqui estão 3/4 do grupo entretidos a fazer nada… à esperar de poder finalmente participar no evento.

Estamos lá no fundo, contra a parede…

A foto também do David Orban.

Notas do SHIFT’08 [2]

O segundo dia do SHIFT’08 começou bem cedo na quinta-feira. Houve o registration logo pelas 9 da manhã e uma pequena introdução às 10. Pouco depois houve lugar à primeira das 7 conferências para o dia. Se por um lado era interessante discutir o maior número de convidados possível, o facto do tempo por conferência se limitar aos 40 minutos, limitou, imagino eu, o conteúdo que foi explorado por cada orador.

A primeira conferência a que assiti foi Design Fiction por Julian Bleecker. Ele falou, de uma forma geral, até porque não teve oportunidade de falar tudo que tinha planeado, sobre o modo como se relaciona o design, a ficção cientifica e os adereços e efeitos especiais recorrendo a exemplos como o Minority Report e o Jurassic Park.

A segunda sessão, já depois de um bom coffee break, foi do Bruno Afosno e teve o título Why Should I Bother?. Com alguma dificuldade em transmitir as suas ideias em inglês, discutiu-se de uma forma geral o conceito de design e a sua importância.

Antes do almoço, a Eddie Correia discutiu o WikiLife. Falou sobre o estado actual do mundo, das comunidades e discutiu-se o modo como se pode desenvolver essas comunidades.

Com o almoço digerido, partiu-se para a 4ª conferência do dia. Mike Stenhouse falou sobre o tema Tapping the Timeline: Designing for Learned and Evolved Responses. Aqui, o Mike discutiu um pouco sobre a sua experiência própria no design de interface(s) recorrendo a alguns exemplos na internet.

Nick Cristea e Sanky (sim, Sanky é o nome do senhor) apresentaram de seguida o Square Wheels – Designing with Common Sense. Este foi claramente uma das melhores apresentações do evento com o duo a apresentar alguns dos seus trabalhos interactivos. Trabalhos muito interessantes, muito bem pensados. Podem consultar o trabalho deles aqui, no AllofUs.

Mais um coffee break e de seguida tivemos o Gutten Touch to Natural Interaction do Multitouch Barcelona. Este grupo de jovens espanhois apresentaram o seu projecto interactivo algo interessante. Tiveram o azar de apresentar depois do Nick Cristea e Sanky, esses sim, cheios de experiência na área de trabalhos interactivos.

A última apresentação do dia a que assisti foi Designing the User Experience Curve do Andy Budd, senhor que deu o tal workshop que não deu para assistir, como referi na primeira parte destas notas do SHIFT’08. O Andy disctiu alguns factores, utilizando os mais diversos exemplos, que estão na base do desenvolvimento de um perfeito user experience. Foi uma boa apresentação para acabar o primeiro dia de conferências.

Notas do SHIFT’08 [1]

Tive a oportunidade de participar, nestes últimos dias (15,16,17 de Outubro) no evento SHIFT’08. O evento decorreu no Centro de Reuniões da FIL, em Lisboa.

O SHIFT – Social and Human Ideas for Technology teve como objectivo promover, através de Workshops e Conferências, conhecimentos relacionados com a Educação, a Acessibilidade, o User Experience, Tecnologias Móveis, Arquitectura, entre outros.

Foram dezenas os oradores convidados, dezenas os participantes em dezenas de conferências nas áreas referidas.

No primeiro dia não cheguei a tempo de me registar para um dos workshops mais apetecíveis do evento, o Guerrila Usability Testing promovido por Andy Budd. Quem teve essa oportunidade afirmou ter sido muito interessante. Felizmente consegui arranjar os slides da apresentação o que já não é muito mau.

Apesar de ter perdido esse Workshop, participei num outro, o P2P Energy Management: The Social Energy Meter, promovido por David Orban [site: David Orban]. Foi um workshop interessante que começou com uma pequena apresentação sobre o tipo de trabalho que o David Orban desenvolve no projecto Open Spime. O Open Spime, de forma resumida, tem a haver sobretudo com os Spimes, objectos capazes de reconhecer onde e quando estão na terra.  Com essa apresentação em mente, eu e os meus colegas, Pedro, Vasco e Ângela partimos para um pequeno brainstorm e a concepção de uma mini-aplicação. Para tal foi necessário escolher uma tipologia de sensores (mecânicos, electromagnéticos, químicos, …), definir igualmente a interacção Homem-Homem e Homem-Máquina. Uma hora depois apresentamos o PulseMeter, uma aplicação capaz de medir as nossas pulsações através de um relógio ou pulseira que por sua vez interage dinamicamente com um dispositivo móvel que envia dados para um webservice. A partir daqui, esta informação tem um grande leque de utilizações. Em breve espero poder mostrar os slides que fizemos e o vídeo que foi gravado. Acho que quem esteve presente gostou da ideia tal como eu gostei das outras ideias apresentadas.

Não sabia bem o que esperar do Workshop promovido pelo David Orban; no entanto, foi muito divertido e interessante.

Amanhã espero poder falar sobre as conferências a que assisti.

What’s Been Happening IV

Muita coisa, por acaso.

  1. A escola para os miúdos do primeiro cíclo parece que finalmente já começou. Finalmente pensam os pais e os avós que já deviam estar fartos de aturar a canalha durante dois/três meses de férias. E ainda bem para eles porque assim podem assistir em loco 3 horas do programa da Fátima, da Praça da Alegria ou do Você na TV.
  2. Parece que alguns cientistas, no CERN, querem recriar o Big-Bang. Esta ideia se não for bem explicada até pode ser bastante preocupante dado que um Big-Bang podia acabar com a civilização mundial. Basicamente o objectivo destes testes é, de acordo com a minha fonte, conseguir com que as partículos deêm uma volta num túnel de 27 km – o Grande Acelerador de Hadrões (ou LHC – Large Hadron Collider em inglês). Depois querem ver se as colisões entre protoões dá origiem a novas partículas elementares. Este projecto quer, como disse, simular os primeiros milésimos de segundos do Universo e consideram-na a experiência cientifica do século. Isso é uma aposta do carago. Boa sorte com isso.
  3. Parece que a Hollywood fez as pazes com a escandalosa Britney Spears dado que ela arrecadou nem um, nem dois, mas três MVAs há uns dias. A menina que vimos pela primeira vez há quase 10 anos já passou por um pouco de tudo nestes últimos meses e anos. Depois de uma performance muito criticada na edição do ano passado, parece que desta vez conseguiu limiar as falhas que tantas criticas lhe valeram. Pode ser que ainda vá a tempo de ser salva…
  4. O Lance Armstrong anunciou hoje (acho que foi hoje) que está de volta para montar a bicicleta para ganhar a sua 8ª edição da Le Tour de France. Depois de ter combatido o cancro dos testículos, conseguiu vencer consecutivamente 7 Tours. Agora está de volta porque de facto, sem ele, a Tour não é a mesma coisa.
  5. Assim de repente os blogs e sites associados ou interessados no mundo do cinema começaram a dizer que o próximo filme de Batman estará a ser planeado com a inclusão de mais um leque de vilões: Catwoman, the Penguin e também o the Riddler. A uns tempos era a Angelina Jolie que faria o papel da Catwoman; ontem a MTV dizia que o Philip Seymour Hoffman iria interpretar o papel do Penguin e que o Johnny Depp iria vestir a pele do The Riddler, rumores que foram prontamente desmentidos (pelo menos da parte do Philip Seymour Hoffman). Agora o Hotvnews coloca no seu universo algumas ideias de uns fãs em que a Anne Hathway, Kristen Bell, Marion Cottilard e David Tennant poderão entrar como personagens; Anne como Batgirl, Kristen como Harley Quinn, David como o The Riddler e Marion como Catwoman. Opções interessantes. Veremos.
  6. Temos selecção mais logo a noite. Uma primeira análise ao Queiroz depois do jogo e em tempo oportuno.

Google Chrome

Foi assim de repente falado ontem e hoje já foi lançado: a versão BETA do browser da Google.

À primeira vista parece-me muito rápido, muito limpo e bastante funcional. Não tem todas as potencialidades que o Firefox oferece através dos add-ons mas quem sabe se isso não estará para breve, na primeira versão final.

Os tabs organizam-se em cima da barra de navegação; a página de “abertura” é uma que guarda as páginas mais visitadas, facilitando assim a navegação; pode abrir uma “janela sem registo” onde tudo que se navega nessa página não fica guardado no registo. Ou seja, se é adepto de ver uns sites menos apropriados de vez em quando, não fica um rasto de por onde andou. Porreiro, huh?

De resto, estou a gostar bastante desta aposta do Google. Com algumas arrestas ainda por limar e se implementarem algumas das funcionalidades presentes no Firefox, certamente que o Firefox terá um concorrente de peso.

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