Archive for the 'The Web' Category

Game Over

Apresento-vos de seguida mais um trabalho da autoria do grupo PES. Em tempos, no início desta aventura, cheguei a falar deles, como podem ver aqui.

Fiquem então com este belo trabalho: um pequeno filme com recurso à técnica stop-motion, que mostra como acontecem as “mortes” em alguns dos video jogos clássicos.

[Youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ovvk7T8QUIU]

Reviews, reviews, montes de reviews

Eu nem queria acreditar quando me apercebi que ainda não tinha falado sobre o maior site de reviews do mundo. É verdade. Acreditam? Eu não acreditei.

Este site tem de tudo. Tem reviews sobre os filmes mais recentes, dos jogos que saem amanhã, dos livros que toda a gente anda a ler, dos pratos de bacalhau que o Herman José está para inventar…. tem tudo.

Se forem lá e não econtram o que estão à procura, é só pedir porque os experts lá da casa estão ao vosso dispôr ;)

Deixo-vos esta pérola, um site que enquadra-se na perfeição em Era Mesmo Isto Que Queria porque sei bem que era isso mesmo que queriam :D

Resmas de Reviews

P.S.: Não acham genial o método de avaliação, os nhecos? Xiça, que criatividade :P

Mad Men, à la Simpsons

Para quem gosta do Mad Men, série vencedora do Emmy para melhor drama este ano, fica aqui um remake muito porreiro.

O orginal

à la Simpsons

Há criatividade e imaginação para tudo :)

Também podem votar… “Yes We Can”

4 de Novembro. Creio que existem pouquíssimas pessoas que desconhecem a importância desta data. Afinal, vai a votos o cargo mais poderoso do mundo… o Presidente dos Estados Unidos.

Não faltam sondagens, não faltam opiniões, não falta nada. O Barack Obama por enquanto parece levar vantagem. No entanto, o John McCain pode vencer num Hail Mary final.

Ok. Chega de conversa.

Apenas queria deixar aqui um link para um site onde também nós, cidadãos do mundo, cidadãos que somos diariamente afectados pelo que se passa nos Estados Unidos, podemos votar.

Claro que o meu voto e de tantos outros apenas serve para ver quem é o preferido de entre os vários cidadãos mundiais. Mas é um exercício interessante. E pelo que se pode ver, o mundo quer ver Barack Obama como o próximo Presidente dos Estados Unidos.

Visitem: If the World Could Vote

Notas do SHIFT’08 [3]

Finalmente, o último dos 3 dias do SHIFT’08 em Lisboa.

Ainda mais cedo que no dia anterior, as conferências começaram logo pelas 9.30 da manhã.

A primeira do dia foi a apresentação do Empressor, uma serviço on-line que permite criar apresentações do tipo power point. Bryan Thatcher, criador do Fusebox e Mike Davis, apresentarm o Empressor, o serviço criado pela pessoal do Fusebox. É um serviço bastante completo e certamente divertido e útil.

Eduardo Manchon apresentou na sessão seguinte The Rise of the Geoweb. O Eduardo, criador do serviço on-line Panoramio, falou da crescente utilização dos mapas para a criação de novos e por vezes inuteis serviços. Falou igualmente do seu próprio serviço e da forma como eles tem estado na Internet.

Manuel Lima explorou de seguida Visual Complexity: A visual exploration on mapping complex networks. Visual Complexity é um site que agrega vários projectos sobre redes complexas e explora essa mesma complexidade ao tentar tornar a informação da rede mais facilmente compreendida.

Antes do almoço tivemos a oportunidade de assistir à apresentação Usability vs. Software Development Process pela mão da Susana Vilaça onde se debateu um pouco sobre a usabilidade em geral. Infelizemente estava à espera de um pouco mais até porque a usabilidade é, hoje em dia e para mim, um tema bastante importante.

Depois do almoço, mais duas apresentações. Primeiro, o jovem e recheado de sucesso Fred Oliveira apresentou Experience Traces. O Fred guiou-nos através de uma série de exemplos sobre como determinadas empresas fazem tudo que está ao seu alcance para tornar a experiência de uma pessoa algo de único.

Finalmente tivemos Tara Hunt e a sua apresentação Making Whuffie: the power of Social Capital and Online Communities. Aqui a Tara explorou alguns pontos que estão na base da criação, aumento e sustentação de um bom capital social, não monetário, mas de pessoas.

Pouco depois decorreu a sessão de encerramento e o fecho.

Foram três dias muito porreiros, muito úteis e muito importantes para quem lá esteve!

Notas do SHIFT’08 [2]

O segundo dia do SHIFT’08 começou bem cedo na quinta-feira. Houve o registration logo pelas 9 da manhã e uma pequena introdução às 10. Pouco depois houve lugar à primeira das 7 conferências para o dia. Se por um lado era interessante discutir o maior número de convidados possível, o facto do tempo por conferência se limitar aos 40 minutos, limitou, imagino eu, o conteúdo que foi explorado por cada orador.

A primeira conferência a que assiti foi Design Fiction por Julian Bleecker. Ele falou, de uma forma geral, até porque não teve oportunidade de falar tudo que tinha planeado, sobre o modo como se relaciona o design, a ficção cientifica e os adereços e efeitos especiais recorrendo a exemplos como o Minority Report e o Jurassic Park.

A segunda sessão, já depois de um bom coffee break, foi do Bruno Afosno e teve o título Why Should I Bother?. Com alguma dificuldade em transmitir as suas ideias em inglês, discutiu-se de uma forma geral o conceito de design e a sua importância.

Antes do almoço, a Eddie Correia discutiu o WikiLife. Falou sobre o estado actual do mundo, das comunidades e discutiu-se o modo como se pode desenvolver essas comunidades.

Com o almoço digerido, partiu-se para a 4ª conferência do dia. Mike Stenhouse falou sobre o tema Tapping the Timeline: Designing for Learned and Evolved Responses. Aqui, o Mike discutiu um pouco sobre a sua experiência própria no design de interface(s) recorrendo a alguns exemplos na internet.

Nick Cristea e Sanky (sim, Sanky é o nome do senhor) apresentaram de seguida o Square Wheels – Designing with Common Sense. Este foi claramente uma das melhores apresentações do evento com o duo a apresentar alguns dos seus trabalhos interactivos. Trabalhos muito interessantes, muito bem pensados. Podem consultar o trabalho deles aqui, no AllofUs.

Mais um coffee break e de seguida tivemos o Gutten Touch to Natural Interaction do Multitouch Barcelona. Este grupo de jovens espanhois apresentaram o seu projecto interactivo algo interessante. Tiveram o azar de apresentar depois do Nick Cristea e Sanky, esses sim, cheios de experiência na área de trabalhos interactivos.

A última apresentação do dia a que assisti foi Designing the User Experience Curve do Andy Budd, senhor que deu o tal workshop que não deu para assistir, como referi na primeira parte destas notas do SHIFT’08. O Andy disctiu alguns factores, utilizando os mais diversos exemplos, que estão na base do desenvolvimento de um perfeito user experience. Foi uma boa apresentação para acabar o primeiro dia de conferências.

Notas do SHIFT’08 [1]

Tive a oportunidade de participar, nestes últimos dias (15,16,17 de Outubro) no evento SHIFT’08. O evento decorreu no Centro de Reuniões da FIL, em Lisboa.

O SHIFT – Social and Human Ideas for Technology teve como objectivo promover, através de Workshops e Conferências, conhecimentos relacionados com a Educação, a Acessibilidade, o User Experience, Tecnologias Móveis, Arquitectura, entre outros.

Foram dezenas os oradores convidados, dezenas os participantes em dezenas de conferências nas áreas referidas.

No primeiro dia não cheguei a tempo de me registar para um dos workshops mais apetecíveis do evento, o Guerrila Usability Testing promovido por Andy Budd. Quem teve essa oportunidade afirmou ter sido muito interessante. Felizmente consegui arranjar os slides da apresentação o que já não é muito mau.

Apesar de ter perdido esse Workshop, participei num outro, o P2P Energy Management: The Social Energy Meter, promovido por David Orban [site: David Orban]. Foi um workshop interessante que começou com uma pequena apresentação sobre o tipo de trabalho que o David Orban desenvolve no projecto Open Spime. O Open Spime, de forma resumida, tem a haver sobretudo com os Spimes, objectos capazes de reconhecer onde e quando estão na terra.  Com essa apresentação em mente, eu e os meus colegas, Pedro, Vasco e Ângela partimos para um pequeno brainstorm e a concepção de uma mini-aplicação. Para tal foi necessário escolher uma tipologia de sensores (mecânicos, electromagnéticos, químicos, …), definir igualmente a interacção Homem-Homem e Homem-Máquina. Uma hora depois apresentamos o PulseMeter, uma aplicação capaz de medir as nossas pulsações através de um relógio ou pulseira que por sua vez interage dinamicamente com um dispositivo móvel que envia dados para um webservice. A partir daqui, esta informação tem um grande leque de utilizações. Em breve espero poder mostrar os slides que fizemos e o vídeo que foi gravado. Acho que quem esteve presente gostou da ideia tal como eu gostei das outras ideias apresentadas.

Não sabia bem o que esperar do Workshop promovido pelo David Orban; no entanto, foi muito divertido e interessante.

Amanhã espero poder falar sobre as conferências a que assisti.

10 anos de Google

Faz hoje 10 anos que nasceu um projecto que nos dias de hoje não passa despercebido a ninguém. Falo-vos do Google.

Não há paciência para falar muito sobre eles. No entanto, não queria deixar de dar a minha palavra de apreço pelo trabalho desenvolvido pelo grupo e pelos milhares e milhares de trabalhadores que todos os dias desenvolvem e sustentem o Google e todas as suas aplicações. São várias as que uso ou já usei: Blogger, Gmail (simplesmente o melhor no mercado até que me conseguem provar em contrário), Calendar, Scholar, Translate, o Google Earth, o Maps, o Picassa, Videos e uns outros. Depois também há o Youtube que agora é deles mas que não foi criação do Google.

Portanto, Parabéns pelo óptimo trabalho. Keep up the good work!

Google Chrome

Foi assim de repente falado ontem e hoje já foi lançado: a versão BETA do browser da Google.

À primeira vista parece-me muito rápido, muito limpo e bastante funcional. Não tem todas as potencialidades que o Firefox oferece através dos add-ons mas quem sabe se isso não estará para breve, na primeira versão final.

Os tabs organizam-se em cima da barra de navegação; a página de “abertura” é uma que guarda as páginas mais visitadas, facilitando assim a navegação; pode abrir uma “janela sem registo” onde tudo que se navega nessa página não fica guardado no registo. Ou seja, se é adepto de ver uns sites menos apropriados de vez em quando, não fica um rasto de por onde andou. Porreiro, huh?

De resto, estou a gostar bastante desta aposta do Google. Com algumas arrestas ainda por limar e se implementarem algumas das funcionalidades presentes no Firefox, certamente que o Firefox terá um concorrente de peso.

Yearbook Yourself

Encontrei mais um daqueles sites completamente inúteis mas ao mesmo tempo muito divertido.

Vai pelo nome de Yearbook Yourself e tem o simples objectivo de nos levar ao passado. Isto é, com um simples upload de uma foto, o Yearbook Yourself coloca-nos no corpo de estudantes dos anos 50 e por aí em diante. Simultaneamente, conseguimos ver as diferenças ao nível da moda desses anos.

De facto, não tem grande propósito o site. No entanto, dá sempre para mandar umas boas gargalhadas com as nossas caras.

Vejam o meu exemplo:

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