A chama olímpica ontem apagou-se. A 29ª edição dos Jogos Olímpicos, disputados este ano em Pequim, terminou ontem.
Em mais um brilhante e muito lindo espectáculo houve lugar ao termino dos Jogos Olímpicos e a passagem de testamento para os Londrinos que serão os anfitriões dos Jogos de 2012.
Os Jogos deste ano foram, a nível global, um sucesso completo. A equipa da casa foi a grande vencedora com um total de 100 medalhas, menos 10 que os Estados Unidos, mas com mais ouro. A organização este implacável e tudo pareceu-me correr bem. A dopagem foi combatida com sucesso. Em 6 milhares de controlos, apenas 4 ou 5 deram positivo. Em termos de segurança, uma grande preocupação dos chineses, não houve nada de importante a assinalar. As condições atmosféricas: se muitos se preocupavam, não me lembro de ninguém se queixar. Em suma, tudo foi um sucesso.

Acrobats perform on memory tower. (Photo credit: Michael Steele/Getty Images)
Destaque para Michael Phelps que leva para casa 8 medalhas de ouro, igualando e batendo o recorde de Mark Spitz. Das águas para a pista, Usain Bolt será o alvo a bater durante os próximos anos. O jamaicano bateu o recorde mundial dos 100m e dos 200m, ganhando obviamente o ouro em ambas as provas. Ganhou outro no 4×100 estafetas. Foram mais de 30 os recordes mundiais batidos nesta edição nas mais diversas modalidades, modalidades que infelizmente não pude sempre acompanhar. Felizmente os Jogos voltam para o horário GMT
Portugal ficou no 46º lugar na classificação de medalhas graças ao Ouro de Nélson Évora e a Prata de Vanessa Fernandes. Do meu ponto de vista, foi uma prestação “assim-assim”. Se as medalhas ganhas eram esperadas, da Telma Monteiro e Naide Gomes os portugueses epseravam um pouco mais. Fica para o registo algumas opiniões menos positivas e correctas de alguns atletas, frases que já tive oportunidade de referir no post “Uh-oh“.
Fica assim concluída a análise desta edição dos Jogos Olímpicos, o maior espectáculo desportivo da era moderna.
E com o fecho de um espectáculo, arrancou este fim-de-semana outro espectáculo nacional: a Liga Sagres.

O Sporting entrou com o pé direito frente ao recém promovido Trofense. O Sporting, a meu ver e por enquanto, parece-me o mais forte candidato ao título deste ano. Tem um meio campo fortíssimo e a permanência de todos os elementos principais da época passada vai-lhes favorecer muito. O Porto também entrou com o pé direito nesta edição da Liga. A jogar frente a um renovado Belenenses que não causou muitos problemas, o Porto também não mostrou estar a jogar o futebol de outros tempos. Lentos a sair para o ataque (muito devido a saida de Bosingwa) e ainda algo frageis a defender, o Porto ainda tem muito que pedalar para chegar aos nivies de outros tempos. Destaque para a bomba do Hulk, um remate potente de pé esquerdo que levantou o estádio e é de aplaudir. Com o pé esquerdo entrou o Benfica. Num terreno sempre complicado que é a casa do Rio Ave, o Benfica cedeu os primeiros dois pontos da época. Continuo a achar que o Benfica tem um bom plantel mas que as peças do xadrez ainda não estão todas colocadas no sitio certo. Reyes certamente será titular e a meu ver, o motiviadissimo Di Maria deverá ser quanto antes integrado na equipa (se é que não sai). Para a semana já temos o primeiro clássico: Benfica-Porto – sábado às 20.45.
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